Go-Go is a subgenre of funk music developed in and around Washington, D.C. in the mid and late 1970s. Go-go is defined by continuous, complex, heavy rhythm arrangements focused through two motifs performed on multiple congas, tumbadoras, and rototoms, interspersed with timbale and cowbell parts, driven by heavy-footed drumming and punctuated by crowd call-and-response. A swing rhythm is often implied (if not explicitly stated).
Some go-go bands have seen varying degrees of success nationally and worldwide, but Washington, D.C. remains the preeminent center for the music.
E depois de nove meses e alguns dias esta aventura está a chegar ao seu final. Cheguei agora a casa. É feriado, Martin Luther King Jr. Day. O sítio que aprendi a chamar "casa" durante este tempo está a ficar vazio. E ultimam-se os preparativos para a viagem que está a alguns dias de distância. Este é o último post do "GoGo to DC". O final da temporada. E aqui fica o ritmo de DC...
Em Roma, sim, ja' regressei ha' mais de um mes, nem sempre tenho paciencia para vir ate' aqui dar novidades. Enfim, aqui estao as fotos possiveis, ja' que como turista acidental que sou sempre nao levei camara, e e' tudo tirado pelo telemovel.
Colosseo. Fiquei num hotel lá perto e foi onde mais passei. É grande. E tal.
Praça de São Pedro. Sim, estive lá. Não, não vi o Papa. Nem curiosidade. Curiosidade tinha de ter entrado para admirar todo o manancial artístico que deve estar entre as paredes do Vaticano, mas os quilómetros de fila que o tempo que (não) tinha (não) me permitia enfrentar desencorajou-me e adiei para a próxima. Afinal a estratégia até resultou quando aconteceu algo parecido no Empire State Building.
Em compensação até tirei duas fotos e tudo. A loucura. Sim, eram oito da manhã. Chama-se jetlag.Castel Sant'Angelo. O de São Jorge é mais bonito. Damn it, até o de Leiria... Mas é uma excepção, porque em geral Roma é uma cidade bonita de gente bonita. O Pantheon. Perdido no meio de ruelas que por vezes fazem lembrar Lisboa antiga.
E o buraco do tecto do Pantheon. Sim, tem um nome qualquer específico. Mas é um buraco.
Sendo uma cidade maioritariamente azul (para apoliticos, isto quer dizer democrata, como oposicao ao vermelhos republicanos) as horas de Washington correm sorridentes. As eleicoes foram ontem, mas hoje soube-se que o Partido Democrata tem a maioria dos lugares na Camara dos Representantes e que Donald Rumsfeld seria substituido.
Eu nao sou assim tao optimista... Havera' sempre mais um Rumsfeld na coleccao de Bush.
PS: Era inevitavel... nesta cidade tinha que acabar por fazer um post sobre politica...
America: You don't love it or want to leave it. But you wouldn't mind giving it an extreme make over. On the 4th of July, you'll fly a freak flag instead... And give Uncle Sam a sucker punch!
As private parties em Washington DC são no mínimo peculiares. Como suponho aconteça em todos os EUA é normal alguém que tem uma casa maior ou um "rooftop with a view" organizar uma festa. Ontem fui a uma dessas. O dono do apartamento com o tal rooftop é um egipcio/americano (impressionante como quase não existem pessoas que sejam simplesmente americanas nesta cidade, o que se calhar é bom, mas fico sempre a perguntar-me se é verdade que os -verdadeiros- americanos são os rednecks republicanos) e a festa foi realmente diferente. Entre álcool e drogas leves circulavam bocas à cidade que ninguém parece gostar mas à qual todos se rendem. A roupa é impressionantemente importante para a cultura DC. Fala-se de marcas e alguém se refere a uma das pessoas da festa como "aquela vestida como na Dinasty" (lembrar-se-ão talvez da famosa soap-opera, que parece é um termo de referência em termos de guarda-roupa). As viagens feitas ou a fazer são também típicos tópicos de conversação. E aqui, a diferença também é notória... Por exemplo, ontem alguém falava que tinha acabado de chegar das Maurícias. No mundo "normal", alguém que acaba de chegar das Maurícias discute como o sol é fantástico e as praias de sonho. Em Washington DC discute-se o PIB actual das ilhas e as condições políticas para o desenvolvimento e investimento. O que não deixa de ser interessante. DC está cheio de pessoas interessantes. Mas depois de conhecermos 320 pessoas interessantes fica-se com vontade de ter outra vez uma conversa "normal".
Sendo que "normal" não é falar nem das lantejoulas das telenovelas nem da inflação de países tropicais.
Ouve-se uma musica no escritorio, por acaso a minha favorita da banda em questao. Pergunto 'a minha colega de trabalho que esta' ao lado, por acaso com quem me dou melhor aqui "Eh, curto estes gajos, conheces os Thievery Corporation?" Ela responde... "Sim, por acaso conheco, ainda no outro dia estive com eles, a mulher de um deles e' muito simpatica."
PS: Para os mais curiosos, sim, ja' estive no 18th St. Lounge...
Bem... Moral da história: desde que estejamos "bem vestidos", a instituição que tão caridosamente nos financia o estágio não se importa que não saibamos escrever.
perco-me em alucinações e imagino que na imagem que escolhi para o topo deste blog estão a tirar peça a peça os tijolos do capitólio, como num puzzle que já foi concluído e deve voltar para a caixa.
o meu dia de aniversário, 8 dias depois de cá chegar.
estava a passar numa rua e um black diz-me "why the long face, life's not that bad" sorrio "thanks, I was needing that" e estava mesmo.
do que nao estava a espera era que o bacano (com aquele sotaque black cerradíssimo) me começasse a contar anedotas para me pôr bem disposto.
tipo "sera que ja acabou? ja posso rir?"e pronto, acabou com eu a explicar que fazia anos e que estava atrasado para me encontrar com alguns amigos e ele a cantar o "happy birthday" do stevie wonder...
Dupont Circle: uma rotunda, um bocadinho mais que isso.
Um local agitado onde as pessoas se sentam no relvado entre as árvores, esquilo e patos. Aqui não se destacam os yuppies: existe todo o tipo de pessoas, e toda a gente quer só relaxar um bocadinho.
É porreiro.
Uma das coisas que me assustava, quando soube que vinha para DC, era que a cidade fosse demasiado artificial. Mas o artificial da cidade sente-se mesmo na baixa, no meio de todos os edifícios governamentais e museus.
Aqui respira-se a humanidade da cidade.
A noite chega lentamente, e sinto que este vai ser o primeiro de vários posts que escrevo aqui.